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AURORIS.SYSTEMS
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Soluções

Detetar ameaças. Coordenar a resposta. Manter a operação.

Como trabalhamos

  1. 01

    Avaliar o risco

    Analisamos o local com as suas equipas de operação e segurança: bens, ameaças, dependências e impacto de uma paragem. Em conjunto, priorizamos os riscos a tratar.

  2. 02

    Definir os requisitos

    Acordamos as zonas e funções essenciais a proteger, os sistemas existentes a ligar e as obrigações aplicáveis. Registamos o âmbito, os limites e os critérios de aceitação.

  3. 03

    Acordar o serviço

    Definimos cobertura, horários, objetivos de disponibilidade, tratamento de avisos e escalada. Acordamos responsabilidades, manutenção, relatórios e partilha de informação.

  4. 04

    Validar no terreno

    Testamos cenários acordados com a sua equipa. Registamos resultados, lacunas e ajustes, e confirmamos em conjunto se os critérios de aceitação foram cumpridos.

  5. 05

    Iniciar a operação

    Implementamos o âmbito acordado, preparamos a sua equipa e ativamos o serviço. Os responsáveis designados coordenam avisos, incidentes, manutenção e alterações.

  6. 06

    Rever e melhorar

    Revemos consigo as ocorrências e o desempenho do serviço na periodicidade acordada. Atualizamos prioridades, procedimentos e âmbito à medida que o local e os riscos mudam.

Como protegemos

Proteção contra ameaças

Continuidade e resiliência

Avaliação e seguros

Diagnóstico de resiliência e perfil de risco para o seguro ↗

Proteção por local

01

Portos e terminais

Cais, navios, carga, portões e estruturas junto à água.

O que pode acontecer

Drones sobre o terminal; intrusões pela vedação e pelos acessos de viaturas; aproximação de barcos; mergulhadores e drones subaquáticos junto de estruturas restritas.

Proteção a combinar

Céu, perímetro, acessos, superfície da água e aproximações subaquáticas, em conjunto com avisos de fogo e planeamento de continuidade. A cobertura subaquática exige uma avaliação própria das condições do local.

02

Água e barragens

Captações, reservatórios, tratamento, bombas e alimentação elétrica.

O que pode acontecer

Entradas indevidas, adulteração, furto de equipamento, cheias e paragens de bombas podem interromper o abastecimento.

Proteção a combinar

Perímetro, acessos e zonas expostas junto à água, em conjunto com avisos de funcionamento, energia e comunicações. A vigilância de intrusões não determina a qualidade da água.

03

Florestas e explorações agrícolas

Mata, culturas, máquinas, rega e corredores de linhas elétricas.

O que pode acontecer

Fogo, entradas indevidas, furtos e intempéries podem comprometer a campanha e o acesso das equipas.

Proteção a combinar

Primeiros sinais de fogo, acessos e bens expostos, avisos da rega e continuidade da energia e das comunicações.

04

Energia, centros de dados e fábricas

Produção, armazéns, coberturas, zonas de carga e equipamentos essenciais.

O que pode acontecer

Intrusão, sabotagem, voos indevidos, incêndio e apagões podem parar a operação.

Proteção a combinar

Céu, perímetro e acessos, com avisos de fogo e avaliação das alternativas de energia e comunicações.

05

Eventos e locais sensíveis

Pessoas, entradas, áreas reservadas e espaços envolventes.

O que pode acontecer

Entradas não autorizadas, sobrevoos e ocorrências nos acessos podem pôr pessoas em risco e interromper um evento.

Proteção a combinar

Vigilância do ar e do terreno, acompanhamento das zonas de acesso e avisos articulados com a segurança do local e as autoridades.

Resiliência e seguros

Diagnóstico de resiliência

Para entidades designadas e abrangidas, o Decreto-Lei 22/2025 exige avaliação de risco, planos de resiliência e segurança, exercícios e notificação de incidentes. Existem exceções setoriais, incluindo infraestruturas digitais (artigo 18.º).

O diagnóstico que propomos transforma o ponto de partida da sua organização em prioridades, responsáveis e evidências a preparar. O âmbito é acordado com a sua equipa e os seus responsáveis jurídicos e setoriais.

  • Mapear funções essenciais, dependências e lacunas na proteção existente.
  • Preparar um roteiro de prevenção, resposta e recuperação, com responsáveis e prioridades.
  • Organizar evidências: medidas implementadas, manutenção, exercícios e registos de incidentes.
Pedir diagnóstico de resiliênciaApoio técnico à preparação; não certifica conformidade nem substitui a aprovação pela autoridade competente. Base legal: artigos 18.º e 23.º–30.º.

Perfil de risco para o seguro

Prevenção, continuidade e manutenção precisam de ser demonstráveis. Propomos um dossier técnico de risco para a sua seguradora ou mediador avaliar a instalação e as melhorias realizadas.

  • Descrever exposições e cenários de danos ou paragem, com pressupostos acordados.
  • Documentar proteção, alternativas de continuidade, testes e recomendações por cumprir.
  • Com a sua autorização, alinhar o dossier com a informação pedida pela seguradora ou mediador.
Preparar o perfil de risco para o seguroA aceitação, as coberturas, as franquias e o prémio são decididos pela seguradora. Não pressupõe redução do prémio nem parceria com seguradoras.

Estes pedidos abrem o seu programa de email. No primeiro contacto, partilhe apenas uma descrição geral da instalação.

Quem faz o quê

Auroris

Instala, vigia e regista.

O cliente

Decide o que fazer.

A autoridade

Atua sobre o drone e sobre quem o pilota.

Não derrubamos nem bloqueamos drones. Damos à polícia a informação disponível para agir.